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Segundo contatos da Missão A Voz dos Mártires (VdM), houve um assassinato no dia 21 de setembro. A vítima é o Pr. Manuel que foi assassinado por guerrilheiros São José de Guaviare.
Os guerrilheiros marcaram um encontro com pastor Manuel e sua família. “Ele pensou que iria receber autorização para ter uma igreja em um lugar onde tinha pedido anteriormente”. Um soldado das FARC entrou na casa e ficou com a esposa e a filha do pastor, enquanto ele ficou do lado de fora conversando com outros homens. De repente elas escutaram cinco tiros. O soldado que estava dentro da casa gritou: “Tenham certeza de que esse cachorro esteja realmente morto”.

Então atiraram novamente no pastor, mas agora na cabeça dele. Após os tiros a esposa do Pr. Manuel correu para fora e limpou a face de seu marido morto. Com a ajuda de sua filha, colocou-o embaixo de uma árvore. Ela voltou para casa e buscou a Bíblia do Pr. Manuel e começou a pregar para todas as pessoas que estavam ao redor olhando o que tinha acontecido.
O Pr. Manuel e sua esposa pastoreavam uma igreja no vilarejo de Chopal, ao sul de San Jose del Guaviare há uns oito anos. Eles enfrentaram muitos desafios e muitas igrejas nesta área estavam fechadas por causa das FARC. Então, ele decidiu abrir uma igreja apesar das constantes ameaças e riscos. Em abril deste ano o Pr. Manuel ganhou para Jesus três guerrilheiros e sete membros de uma milícia paramilitar. Glória Deus por isso.
A VdM ajuda cristãos perseguidos na Colômbia através do Action Packs (Pacote de Ação), do suporte para famílias de mártires e transporte para que pastores possam pregar o Evangelho para os guerrilheiros das FARC e paramilitares. Outro método utilizado para evangelizar é o lançamento, com pára-quedas, de bíblias, literatura cristã, rádios e bíblias em mp3. Vamos orar para que Deus venha confortar o coração da esposa do Pr. Manuel e também sua filha de 10 anos. Que o testemunho dele possa trazer mais pessoas ao conhecimento de Cristo.


Extraído do site: http://www.vozdosmartires.com.br/


... Nós temos ao longo dos anos, construído um deus de acordo com as nossas necessidades, conforme nossos desejos, nossas manhas, com o nosso intelecto, do tamanho das nossas igrejas, ou da nossa fé. Um Deus capaz de atender quando precisamos, que nos realiza, que nos entende, que perdoa os meus e os seus pecados, assim vivemos esse deus que é do tamanho daquilo que cremos, que achamos certo ou não.

E Julgamos!

Não sabendo lidar com as diferenças, nós julgamos, ridicularizamos o amor do Pai, O desenhamos como um ser violento e vingativo, que está sentado no trono “doido” pra penalizar os seus filhos infratores. Que não vai levar para junto de Si, aqueles que não falam como nós falamos não se vestem como nos vestimos e que não fazem as mesmas práticas de fé que fazemos.

Esse é o deus que apresentamos?

Deus assiste a tudo, mesmo conhecendo a nossa natureza e sabedor do rumo que estamos tomando, Ele nos permite “usufruir” das nossas “excelentes” escolhas, porém, sem sabermos usá-lo, permitimos que esse livre arbítrio nos afunde com a força dos nossos braços, força essa que não serve sequer para nos impulsionar para sairmos do buraco que entramos.

Com toda essa inteligência que Deus nos deu, atribuímos a Ele tudo que vemos no dia a dia, esquecendo que tudo isso é um reflexo das nossas escolhas, é a colheita da nossa semeadura...

E colhemos!

Não querendo entender a simplicidade do evangelho, insistimos em colocar a “cerejinha no bolo”, dá o nosso “toque especial”. Para isso criamos métodos, “estratégias”, estilos e etc. Tudo isso visando o massagear do nosso ego e o atendimento das nossas expectativas e vontades...

E a de Deus?

Não! Eu não estou me referindo a expectativa de Deus, deixa-me deixar uma coisa clara aqui, expectativa só se cria quando esperamos algo de alguém que não conhecemos, expectativa e incerteza andam lado a lado, o fato de eu esperar não quer dizer que de fato vai acontecer, por essa razão, Deus não cria nenhuma expectativa a nosso respeito, como nosso criador e onisciente que És, sabe tudo a nosso respeito e os desígnios do nosso coração, logo, não corre o risco de Deus se frustrar com nossos desacertos, embora Ele não esteja de acordo.

Permita-me refazer a pergunta:

E a Vontade de Deus?

Antes de entrar nesse assunto, quero expressar o texto bíblico que claramente relata essa vontade, um único versículo que está em 1ª Tessalonicenses 4:3:

“Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição”

vou usar uma tradução mais clara:

O que Deus quer de vocês é isto: que sejam completamente dedicados a Ele e que fiquem livres da imoralidade”

Cara!!! Que legal! Descubro nesse texto que a vontade de Deus não é que eu faça campanhas para conseguir um emprego (Nada contra os desempregados), uma efetivação ou promoção na empresa, não é que eu troque o meu carro velhinho se é que eu tenho, por uma Hilux ou uma Pajero Full (Eu vi uma no estacionamento da empresa e meu amigo... É linda mesmo), Deus não vai se sentir mais honrado com isso. Até porque se assim fosse, o que dizer dos missionários que estão doando suas vidas em prol de outras em acampamentos, tribos, povoados e cidades distantes, desprovidos de conforto e sem um meio de transportes decente, anda horas e horas se manisfetando aos perdidos para conduzi-los a para a liberdade da Glória dos filhos de Deus (Rm 8:21)

Ah! Deus também não está preocupado com o glamour dos cultos, dos nomes e placas e sequer o tamanho das Igrejas, sabe por quê? A nossa motivação de um templo enorme geralmente é para prender as ovelhas, “cuidar” bem das ovelhas, dando-lhes conforto e amontoá-las para encher as Igrejas e terem comunhão uns com os outros (PERAÍ! NÃO ESTOU ESCREVENDO CONTRA AT 2:42, COMUNHÃO É TUDO NO REINO), onde deveríamos esvaziar as igrejas para termos comunhão com os órfãos e necessitados, vivendo a verdadeira religião (Tg 1:27). O encher a igreja é uma conseqüência, ela cresce naturalmente, mas o problema é que estamos oferecendo alimento pra quem não tem fome e querendo saciar a sede de quem está com barrigas enormes de tanta água, ou seja, perdemos a oportunidade de levar o pão aos que estão com fome e tentamos empurrá-lo em quem estão fartos.

Estou tentando não entrar em Mateus 10 quero que seja outro artigo para que não fique cansativo.

Mas antes de finalizar quero compartilhar o texto que me fez pensar em tudo que tentei compartilhar aqui, olha o que Salomão diz depois de construir o templo para habitação, segundo a própria vontade de Deus:

“Mas, de fato, habitaria Deus com os homens na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu edifiquei. (2 Cr 6:18)

Tá vendo? Ao invés de ele chamar as emissoras de rádios e TVs, os jornais de maiores popularidade, fazer uma conferência e gravar CDs e DVDs (Eu sei que os recursos não eram esses, mas vai dizer que nunca viu algo semelhante?) afinal o templo dele era a maior construção existente na face da terra para a adoração a Deus, tudo minuciosamente como na planta que o Avivalista da Adoração Davi o entregou, mas não, ele reconhece que por mais suntuoso que fosse não era grande o suficiente para restringir Deus naquele espaço físico. E o resultado nós conhecemos, a Glória de Deus.

Até quando vamos tentar reduzir Deus ao tamanho da nossa mente, do nosso estilo de adoração, da placa da igreja ou da roupa que vestimos?

Porque não sair apresentando um Deus que amou o mundo a tal ponto de dar o melhor que ele tinha, seu filho unigênito para morrer no meu e no seu lugar? Um amor tal que não tem como quantificar, tudo para que tivéssemos vida.

Esse é o Deus que apresentamos, que te ama, cuida e zela. O que Ele quer em troca? Você! A coisa mais preciosa que Ele formou.

Pense nisso!

Ed Fonseca

(1 Cor 9:16)


SAUDADE!


...De fato a Palavra viva, tem se renovado e se revelado aqueles que têm buscado a face do Pai e tentado descobrir os segredos do seu coração.
E Deus tem me ensinado muito acerca de sua Palavra, e hoje quero compartilhar algo que parece indignação, porém, tenho certeza de que vai nos despertar para algo interessante, algo que temos vivido ou vivenciado nos dias de hoje, no mundo “gospel”...

Eu estava outro dia (não uma vez, mas várias) dentro da Igreja, e no momento da música (Desculpe precisamos mudar um pouco para que isso que oferecemos a Ele soe como louvor) e fiquei entristecido com a tentativa falida dos ministros de “levar a igreja a adorar”, e manda pular, dar gritos, aplaudir, chorar (é como se fosse automático, Chore e buáááá... Derrama-se um mundo de lágrimas), ajoelhar, dançar, não estou falando que essas atitudes não são aceitas por Deus como adoração, mas penso que o segredo de levar o povo a adorar é adorando, Eliseu fez coisas como Elias e maiores, porque o viu fazendo, Timóteo, Tito e outros discípulos do AP Paulo, faziam as coisas que viu o líder fazer, o que falar dos discípulos de Jesus? O que eu quero dizer com isso? Que da mesma forma que os filhos refletem os seus pais (pelo menos deveria ser), a membresia da Igreja refletem os seus líderes. Mas voltando a reunião que eu freqüentava (na verdade foram várias até chegar a essa conclusão), eu via o povo como que se negando a ser os “paus mandados” da vez, ficavam inertes e isso parecia deixar os ministros embaraçados, e vinham mais palavras de “incentivo”, adorem, adorem, adorem... Só faltava o chicote (acho que exagerei). Em contrapartida, eu percebi que de forma que iam aumentando-se os “pedidos”, algumas pessoas começavam a se movimentar, nitidamente para atender aos pedidos... Eu disse aos PEDIDOS.

Na verdade é isso que temos vivido na “religião” atual, uma manipulação e não uma adoração genuína, dizemos que não somos religiosos e de fato não somos, afinal não praticamos a verdadeira religião (Tg 1:27), mas, criamos uma nova religião “a dos não religiosos” porém sem perceber que maioria das vezes estamos sendo manipulados a fazer o que os outros mandam, o que os homens querem que façamos e esquecemos de arrancar do coração de Deus, os segredos contidos nele, e não vivendo aquilo que ele nos proporcionou e proporciona a viver.

Bom acho que agora já posso falar do texto que arrebatou-me nesse momento.

Salmo 137:1-6

1 Junto dos rios de Babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião. 2 Sobre os salgueiros que há no meio dela penduramos as nossas harpas. 3 Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião. 4 Como cantaremos a canção do SENHOR em terra estranha? 5 Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha direita da sua destreza. 6 Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar; se não preferir Jerusalém à minha maior alegria.

Penso que esse é o momento de dizermos NÃO aos nossos opressores e se negar a cantar a CANÇÃO DO SENHOR, em terras estranhas. De se voltar para as lembranças daquilo que Deus fez (Sl 44:1) por nós, não só saber, mas também não ocultar da próxima geração (Sl 78: 3-4) do plano de redenção através de Jesus Cristo, (Jo 3:16). Óh!!! Doces lembranças... E o que é mais importante, fazer o caminho de Volta... (Ef 2:4-5)



Pense nisso!

Ed Fonseca
O texto abaixo é de autoria da minha amiga Janice Malvão, era só pra eu dar minha opinião, mas o pedido para postar aqui já expressa meu sentimento.

Ed Fonseca






EM TEMPO DE CRISE

Para nós a palavra crise significa problema, dificuldade, tensão, mas na Grécia antiga, onde o conceito se originou, KRISIS queria dizer decisão – ou seja, o passo seguinte que se dá para solucionar uma situação de desequilíbrio, seja na vida pessoal, cotidiana, na política ou nas finanças.

O conceito grego deve ser lembrado por aqueles que tanto se assustam com as grandes transformações que ocorrem no mundo. Da mesma maneira que acreditamos que: O futuro a DEUS pertence e quando Deus fecha uma porta, sempre abre uma janela, podemos então imaginar que quando existe crise, seja ela qual for, abrem-se novas oportunidades pra quem mantém os olhos abertos, (bem abertos).

Escrevo essa mensagem de animo, principalmente para meus amigos, que vejo tão preocupados, com toda essa crise, estão perdendo a esperança no futuro. Tem que haver entusiasmo para continuar, precisamos olhar para todos os lados e enxergar as novas oportunidades afim de tornar a crise uma grande oportunidade para o nosso sucesso.

Lembrar que: O futuro é a colheita do que plantamos ou estamos plantando, o futuro é resultado. Algo bom no passado não é garantia de vitórias no futuro. Então, o que acontecer daqui pra frente será conseqüência de algo que você está fazendo hoje. Se você está criando hoje muito desperdício, é provável que no futuro não tenha muito. Se você esta criando uma vida solitária é inevitável que no fim esteja só.

Mas se por outro lado, você está conservando e fazendo amigos, com certeza terá com quem compartilhar a vida, gente que goste de você, se preocupe, que lute ao seu lado e com você.

O nosso futuro vai sendo construído a cada decisão que tomamos na nossa vida; e todos os dias estamos dizendo sim ou não às situações, às oportunidades, as descobertas, as “vantagens”, que nos são apresentadas durante o dia. É a qualidade do sim e do não que dizemos hoje que definira como será nossa vida amanhã.

Algumas pessoas estão sendo capazes de construir um amanhã de sucesso e felicidade, como uma força única. Creio que são aqueles que conseguem unir determinação, caráter e saber ser realmente humano.

E, apesar das incertezas, podemos tentar direcionar o futuro para que ele nos traga um pouco de conforto, satisfação, com coerência com o mundo em que vivemos, esse que está em permanente transformação.

Que com o sim e o não venhamos acertar nas nossas decisões para o futuro e que o passado apenas sirva com referencia para que os erros antigos não se repitam. E, é claro que tudo seja conforme a vontade de Deus nas nossas vidas.



CONCLUSÃO:

SOMOS NÓS QUE DECIDIMOS COMO VER A CRISE, SEJA ELA QUAL FOR!!



Com carinho !!!

Janice Malvão

No domingo passado 07/12 eu vivi uma situação que me fez pensar um pouco em anos atrás. A rodada final do campeonato brasileiro de futebol, me fez perceber o quanto Deus tem mudado o meu foco. Se fosse antes provavelmente eu estaria no enterro simbólico do Vasco da Gama, que aconteceu em Nova Iguaçu - RJ, com direito a caixão, velas, coroa de flores, camisa e bandeira, o caixão era de verdade e foi comprado por pouco mais de R$ 500, teve gente que abriu mão de uma parte do 13º para colaborar com esse enterro. Tudo pela rivalidade e paixão futebolística existente entre os torcedores de futebol. Sei bem o que é isso, afinal durante anos fiz parte da Torcida Raça Rubro Negra (RRN).

Outra coisa que me assustou demais foi o extremo que chegou um cidadão que alcoolizado depois do rebaixamento do time, tentou se suicidar. Apesar de pensar que se ele queria mesmo se matar, jamais colocaria uma perna pra depois por a outra, seria mais “simples” (Desculpe o sarcasmo) se ele tivesse se atirado de vez. (Não que essa fosse a minha vontade)...

Nas duas situações uma coisa em comum: A Paixão!

Cara de fato é de arrepiar, estar num estádio de futebol, lotado onde toda aquela multidão canta numa só voz, sentir a arquibancada estremecer, os pulos, os movimentos com braços, bandeiras, fogos (Não é mais permitido) e sentir a sensação de gritar GOLLLLLL, é quase sem comparação. (Se você disser pra mim que não faz sentido, eu posso afirmar que nunca passou por isso) O grito de gol sobe e desce como uma fecha no coração do artilheiro, que gesticula, bate no peito, vibra, corre em direção da torcida, com o sentimento e postura de ter sido “O cara”, que proporcionou todo aquele êxtase naquelas centenas de milhares de pessoas, que fez o seu time levantar o “caneco”. De Fato! Fez. As atenções estão voltadas para ele, seu nome é entoado nos cânticos e gritos que vem da arquibancada, é ele que sairá na primeira página dos jornais, será o assunto dos telejornais esportivos, centenas de fotos e entrevistas, seu contrato será revisto e possivelmente ganhará prêmios e aumente salarial... Tudo isso sabe por quê? Fez o Gol que deu a vitória ao seu time.

Sabe o que significa isso tudo que eu escrevi? ADORAÇÃO!

Porque dizemos que amamos a Deus e o Adoramos se as nossas músicas maioria das vezes, enche o saco de quem ta ouvindo, imagine de Deus? Faltam simplicidade e sensibilidade de cantarmos o que Ele quer ouvir e nos preocupamos em ser animadores de palco, tentando fazer um monte de gente pular e dançar, pelo som da guitarra ou bateria e não pelo que deveria ser motivo da canção? Se dentro das Igrejas ou quando nos reunimos para adorá-lo há proibições e “regras”, para não escandalizar, não sacudimos as bandeiras, não cantamos numa só voz, não gritamos o nome dele e não fazemos dele o centro das atenções, as danças maioria das vezes parece mais um velório do que uma festa. Cara Ele não é o artilheiro, Ele não nos deu um troféu, nós somos o Seu troféu, Ele tem prazer em ter nos conquistado, e não nos deu um titulo de um campeonato, mas o título de mais do que vencedor, Ele não é o autor do gol, é o autor da vida, Ele nos deu o direito de viver.

Se somos capazes de pintar a cara nas cores do nosso time de futebol, encarar sol e chuva, cantar e pular durante horas (considere os 90 minutos do futebol, mas o momento anterior a partida, nem sempre se canta depois a não ser que saia vencedor), erguer uma bandeira com o escudo do seu time ou rosto do seu ídolo, enfim fazer as maiores loucuras para demonstrar sua paixão pelo clube. Em contrapartida não conseguimos encarar um mal tempo, ou o sol um pouco mais quente para demonstrar o nosso amor a Ele, ministrando e cuidando dos seus filhos necessitados, praticando a verdadeira religião (Tiago 1:27). Reclama-se achando que alguém fala demais quando prega um sermão de mais de 1 hora. (Não estou me defendendo, eu prometo) Reclamamos quando a reunião (Não sei bem se cultuamos como deveria, por isso uso o termo reunião) atrasa alguns minutos. Não deixa de ler o lance ou de adquirir a revista placar, lê-se todos os jornais possíveis para ver diferentes análises da vitória do seu time, mas fica em segundo plano o compromisso em analisar as escrituras sagradas. Perde-se horas discutindo o resultado, se foi gol ou não, pênalti ou não, se o resultado foi justo ou roubado , mas temos medo de falar do amor de Deus por muitos minutos e as pessoas nos achar um fanático.

Que cena aquela de pessoas chorando horrores de lágrimas, por ter que jogar o próximo campeonato com menos glamour, pouca televisão, e com estruturas de segunda, um mar de lágrimas entre jogadores, diretores, torcedores e comissão técnica, só porque desceram um degrau no status da elite do futebol. Qual o sentimento de apanhar diante dos amigos, e familiares? Ser cuspido e humilhado? Sendo crucificado nu diante de uma multidão? Detalhe o time vai pra segunda divisão por causa da incompetência dos próprios jogadores e dirigentes, mas o que dizer de alguém que é moído pelas nossas transgressões?

Sabe o que mais me assusta? Não é comum ver nas conferências e shows “gospel” (eu tenho problema com isso) choro desesperado, lágrimas compulsivas, pelo o episódio da Cruz, eu não estou falando de uma música com um tom menor (Não entendo de música), ou seja, uma música suave, melancólica que faz o povo, emotivamente lagrimejar os olhos, eu estou falando de lágrimas de gratidão, de paixão, de amor ao Eterno. Ah você não tem o dom de chorar? (Isso não é dom é quebrantamento), tudo bem, dance com vontade, não para as pessoas verem que ensaiou um passinho pra Jesus, mas adore-O com seu corpo, seus ritmos, se não sabe dançar, cante! Não a melhor música do seu cantor preferido, mas a melhor canção que você pode dar ao Único que é digno de toda Honra, Glória e Louvor. ALELUIA!

Sei que de uma forma ou outra vamos conseguir demonstrar o nosso amor a Ele, ainda que de uma forma bem inferior ao seu merecimento, mas ele conhece o nosso coração e sonda nossa mente, saberá distinguir a nossa real motivação.

Cara se até os anjos fazem festa quando um pecador se arrepende, não é exagero sacudir bandeiras e fazer a OOOOLAAAAAAA, quando uma (nem que seja uma) pessoa se entregar a Jesus no final de cada culto.


Pensei nisso!